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26/02/2016

5 cientistas que morreram ou se machucaram em nome da ciência

Conheça histórias de pesquisadores que se sacrificaram para provar suas teorias e que ficaram para sempre marcados na história

Pensar em uma ideia inovadora é apenas o primeiro passo na carreira de cientistas e pesquisadores. Colocar essa ideia em prática e conseguir comprová-la já é outro desafio. Motivados pelo objetivo de terem suas teorias comprovadas, muitos profissionais acabam dando a vida – literalmente em alguns casos – em nome da ciência. Conheça alguns cientistas que fizeram descobertas importantes, mas que acabaram se sacrificando em nome da ciência: 


1 – Marie Curie (exposição à radiação)
A polonesa Marie Curie contou com a ajuda do marido, Pierre, na descoberta de dois novos elementos químicos: o polônio e o rádio. Por causa dessa descoberta, ela se tornou a primeira pessoa a ganhar o prêmio Nobel duas vezes, em campos diferentes da ciência. O primeiro foi na área da física e o outro, na química. Como Marie dedicou a sua vida ao estudo da radiação e da radioterapia, ela adquiriu uma leucemia grave, causada pela longa exposição aos elementos radioativos. Marie morreu em 4 de julho de 1934, aos 66 anos.

2 – Carl Scheele (metais pesados) 
O sueco Carl Scheele foi um farmacêutico brilhante, responsável pela descoberta de diversos elementos químicos, entre eles o molibdênio, o tungstênio, o manganês e o cloro. Curioso como era, Scheele tinha o costume de provar os elementos que descobria. Isso antes de saber o quão perigosos eles poderiam ser. Scheele até sobreviveu após testar cianeto de hidrogênio com o paladar, mas morreu em 1786, aos 44 anos, de intoxicação por metais pesados após ter diversos contatos com mercúrio, ácido, chumbo fluórico, entre outros. 

3 -  Elizabeth Fleischman Ascheim (raio-X)
O raio-X foi descoberto por Wilhelm Conrad Röntgen, mas foi Elizabeth Ascheim quem dedicou a vida à estudar e utilizar o aparelho. Ela foi uma das primeiras pessoas a adquirir o radio-X nos Estados Unidos. A cientista passava dias radiografando-se em nome da ciência. Elizabeth se especializou em tratamento dentário e acabou ganhando grande reputação. Mas, por se recusar a usar proteção durante as experiências, morreu de câncer causado pela radiação em 1905, aos 46 anos de idade.

4 – Alexander Bogdanov (transfusão de sangue)
O russo Alexander Bogdanov era físico, filósofo, economista e escritor. Mas, na década de 1920, ele começou a se dedicar exclusivamente à prática de transfusão de sangue. Bogdanov acreditava que por meio da transfusão iria encontrar o caminho para a juventude eterna. Após 11 transfusões, o russo afirmava se sentir mais jovem e de ter curado a calvície. Em 1928, Bogdanov fez uma transfusão com sangue de um jovem infectado com malária e tuberculose e não resistiu. Morreu pouco tempo depois, aos 55 anos.

5 – Galileu Galilei (cegueira por exposição ao sol)
Físico, astrônomo, filósofo e matemático, o italiano Galileu Galilei foi outro cientista que se sacrificou em prol da ciência. Nome importante na revolução científica, muitas descobertas foram feitas graças ao telescópio refrator, aperfeiçoado por ele. Galileu não inventou o telescópio, mas foi capaz de aumentar sua potência em até 30 vezes. Apaixonado pelo Sol, Galileu começou a utilizar o telescópio com o objetivo de estudar a estrela. Contudo, sem proteção para os olhos, o cientista acabou prejudicando a retina. Muitos acreditam que por esse motivo ele acabou ficando cego nos últimos anos quatro anos de sua vida. Morreu em 1962, aos 77 anos.

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